Jan 19

Contratação de Escola 2018-2019

Aviso de Abertura de Concurso

Horário n.º 23 – Grupo de Recrutamento 330 – Inglês

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Jan 16

Nirvana Studios e Palácio de Queluz

No dia 9 de janeiro de 2019, decorreu uma visita de estudo envolvendo os alunos das três turmas do Curso Profissional de Técnico de Turismo. Fomos acompanhados pelas professoras Elsa Barreto, Maria do Carmo, Ana Colaço, Patrícia Proença, Madalena Almeida e António Silvano.

Tratou-se de uma viagem a Queluz e a Barcarena com o objetivo de visitar o Palácio de Queluz e o Nirvana Studios.

No Nirvana Studios tivemos um guia muito simpático que nos explicou  a criação do espaço e os eventos que ali decorrem e que nos esclareceu, também, as nossas dúvidas.

O Nirvana Studios era um quartel militar dos anos 40 adquirido em dezembro de 2003, pela companhia de teatro nómada Custom Circus para albergar a sua estrutura cénica e técnica, alojar a troupe e a sua caravana de 30 veículos teatrais.

A Nirvana Studios também acolhe, apoia e gere anualmente dezenas de eventos com cruzamentos transdisciplinares e disponibiliza as suas zonas comuns de 30.000 m2, outdoor para eventos conceptuais, ativistas e desportivos.

Os Nirvana Studios são visitáveis 365 dias por ano para quem queira ver os seus 3 hectares dedicados à cultura alternativa.

Depois de visitarmos o Nirvana Studios fizemos uma paragem para almoçar.

De seguida, fomos visitar o palácio de Queluz. Próximo de Sintra e de Lisboa, o Palácio Nacional de Queluz e os seus jardins históricos constituem um dos exemplos mais notáveis da ligação harmoniosa entre paisagem e arquitetura palaciana em Portugal.

inicialmente concebido como casa de férias, foi residência oficial da família real no século XVIII, que abandonou Queluz durante a invasão francesa, levando consigo grande parte do conteúdo do palácio. No entanto, o interior deste palácio tem sido preservado e remodelado ao longo dos anos e, a quem o visita, dá uma ideia clara de como vivia a realeza.

Os jardins que são belíssimos, com as suas fontes barrocas e as esculturas em pedra, fazem-nos viajar no tempo. Hoje, o Palácio Nacional de Queluz é usado em visitas de chefes de Estado e, também, para receber galas e concertos, devido à acústica da sala de música. Foi classificado como Monumento Nacional em 1910.

Ilustram os ambientes e as vivências da Família Real e da corte portuguesa na segunda metade do século XVIII e início do XIX.

Entre outros, visitámos o quarto do rei de Portugal e primeiro imperador do Brasil, D. Pedro IV.

Como futuros profissionais de técnicos de turismo, adorámos este dia que nos permitiu distinguir e apreciar diferentes tipos de culturas e de animações.

Joana Vaz n.º 10, Juny Baldé n.º 12, Rafaela Santos n.º 21

1.º PTT

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Jan 16

Agrupamento contra a Gripe | SNS 808 24 24 24

LS-24

O pico do número máximo de casos de gripe deverá ser atingido nas próximas semanas.

Se adoecer, a primeira alternativa para procurar tratamento é telefonar para o 808 24 24 24.

Pode ver mais aqui

Jan 15

Exposição sobre o sistema solar

No âmbito da disciplina de Ciências Físico-Químicas, os alunos das turmas 7.º 3.ª, 7.º 4.ª e 7.º 7.ª desenvolveram, durante o 1.º período letivo, o projeto de construção do sistema solar com materiais diversificados. Os trabalhos foram expostos durante a semana de 4 a 14 janeiro. Esta atividade insere-se no Plano anual de Atividades do Agrupamento.

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Jan 12

O Agrupamento D. Maria II obteve, pelo segundo ano consecutivo, mais um prémio da Fundação Ilídio Pinho

PremioIPNo passado dia 9 de janeiro, no Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa, o projeto Maleta Anti-Incêndios, coordenado pela educadora Leonor Henriques, obteve o 3.º prémio nacional no escalão da Educação Pré-Escolar, na 15.ª edição do Prémio Fundação Ilídio Pinho, Ciência na Escola, 2018/2019.

A cerimónia de entrega dos prémios contou com a presença dos Exmos. Senhores Presidente da Fundação Ilídio Pinho, do Ministro da Educação, dos Secretários de Estado da Educação e do Primeiro-Ministro, que visitaram o stand do Agrupamento, preparado especialmente para a Mostra dos 100 melhores projetos nacionais.

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Jan 07

Agrupamento contra a Gripe

Gripe-2019Com o frio estão a aumentar os casos de gripe e outras doenças respiratórias. Para as evitar, proteja-se contra o frio e, se adoecer, comece logo a tratar-se e mantenha-se longe dos outros que podem ser contagiados. Lembre-se que deve manter-se bem alimentado, hidratado e num ambiente quente.

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Jan 03

Visita de estudo às grutas de Mira de Aire e Castelo de Leiria

A visita de estudo decorreu no dia 7 de dezembro de 2018, envolvendo os alunos das turmas dos 1.º e 2.º anos do Curso Profissional de Técnico de Turismo (PTT) e 1.º ano do Curso Profissional de Técnico de Informática – Sistemas (PTIS). A acompanhar os alunos foram as professoras Rosário Portugal, Elsa Barreto, Ana Colaço e Maria João Oliveira. Com a ajuda das três primeiras professoras, os alunos do 2.º ano do PTT organizaram esta visita de estudo/trabalho de campo, auxiliada por um guião/ficha de trabalho, realizada pela professora de Geografia, Rosário Portugal. Tratou-se de uma viagem ao distrito de Leiria com a finalidade de visitar as Grutas de Mira de Aire, o Castelo de Leiria e a própria região de Leiria que se encontra localizada no Maciço Calcário Estremenho, conteúdo programático ministrado na disciplina de Geografia do Curso Profissional de Técnico de Turismo. Um outro objetivo que se pretende igualmente alcançar, foi o de aprender a planificar um itinerário turístico, tão importante para quem frequenta o curso de turismo. Foi um trabalho de campo multidisciplinar, onde se procurou incutir nos discentes a necessidade de se trabalhar em equipa multidisciplinar e a interrelação entre os diversos conteúdos programáticos lecionados nas diferentes disciplinas que compõem o currículo deste curso.

 Nas Grutas de Mira de Aire tivemos um guia turístico bastante simpático que nos forneceu informações, explicações e prestou esclarecimentos acerca das dúvidas colocadas. As informações prestadas minuciosamente referiram-se à sua extensão (11 km), mas apenas 600 metros podem ser visitados turisticamente; a todo o processo de descoberta, escavação e de estudo realizado; a temperatura existente dentro das mesmas; o tipo de rocha (calcário) e as formações cársicas (estalactites e estalagmites). Igualmente, pudemos observar a escorrência de águas no subsolo, dando origem a um lençol freático (Rio Negro). Também nos deram a informação sobre as garrafas de vinho da região que aqui estão armazenadas, devido à ótima temperatura que se faz sentir, contribuindo para a maturação do vinho desta região demarcada.

 As grutas foram descobertas em 1947, mas só em 11 de agosto de 1974 é que foram abertas ao público. Em 2010 as grutas de Mira de Aire foram classificadas como uma das 7 Maravilhas de Portugal, pela New 7 Wonders Portugal.

 Mais tarde, dirigimo-nos para a cidade de Leiria, com o intuito de irmos visitar o Castelo desta localidade. Quando chegámos, fizemos uma caminhada até ao Castelo de Leiria, uma vez que o nosso autocarro não podia subir até ao mesmo.

No Castelo de Leiria, pudemos fazer uma viagem no tempo e ilusoriamente adquirir vivências do passado, do Rei e do seu séquito. Como não tínhamos guia turístico, alguns alunos fizeram uma prévia pesquisa, em contexto de aula, e relataram-nos um pouco sobre a história do castelo. Este é caracterizado como sendo um castelo medieval, onde se observa a simbiose entre a beleza do património edificado e o natural. Sobre o castelo formularam-se três lendas, mas a que desperta maior curiosidade nos turistas é a lenda dos corvos. Esta refere-se à batalha realizada pelo Rei Dom Afonso Henriques aquando da defesa desta localidade e ao aparecimento de corvos, bom agoiro para o seu exército que conseguiu vencer esta batalha. Estas aves estão representadas na bandeira da cidade de Leiria.

No final do dia, regressámos à nossa Escola. O balanço que realizámos sobre este trabalho de campo/visita de estudo foi bastante positivo, pois permitiu-nos tomar conhecimento e adquirir na prática conteúdos científicos interessantes e diversos sobre os locais visitados. No final desta atividade, a Professora de Geografia elogiou o ótimo comportamento dos alunos, que souberam cumprir e respeitar as regras elementares de conduta e as instruções dadas ao longo do dia e ao longo das visitas. Houve também um convívio saudável entre os professores e alunos, num ambiente diferente do existente no dia-a-dia escolar.

Com a dinamização/organização desta visita de estudo/trabalho de campo vamos participar num concurso “Prémios APG/Saída de Campo” organizado pela Associação Portuguesa de Geógrafos.

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Dez 20

Dia Internacional dos Direitos Humanos celebrado na Gama Barros

AMI-0AMI-1A 10 de dezembro celebra-se o Dia Internacional dos Direitos Humanos. Apoiantes de todo o mundo, durante este mês, escrevem milhões de cartas, envolvendo-se na defesa daqueles cujos direitos humanos básicos são atacados e desrespeitados. A Escola Básica e Secundária de Gama Barros tem participado na Maratona de Cartas e este ano teve uma visita especial.

Vitalina Koval, uma ativista LGBTI da Ucrânia, foi convidada pela Dra. Luísa Marques e, estando o nosso Agrupamento envolvido no projeto “Escolas Amigas dos Direitos Humanos”, coordenado pela professora Isabel Costa, veio apresentar o seu testemunho perante uma audiência de jovens estudantes e professores.

Vitalina foi perseguida, ameaçada e agredida, por participar em marchas a favor da igualdade para todos os cidadãos do seu país. É uma jovem determinada e persistente, que nos confessou que “defender os direitos humanos não é um ato heroico, mas algo que está bem próximo de cada um de nós. Basta estarmos atentos à nossa volta e vermos quem precisa do nosso apoio para atuarmos.”

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Dez 20

O Agrupamento D. Maria II foi distinguido com o certificado do Dia Europeu das Línguas

Certificado-Linguas

A Escola Básica e Secundária de Gama Barros foi distinguida com o certificado do Dia Europeu das Línguas pela excelente participação dos alunos do 9.º 8.ª na Iniciativa do Dia Europeu das Línguas, intitulada: “How multilingual is your classroom/organisation?”. Esta iniciativa celebrou o seu 17.º aniversário no dia 26 de setembro, dia especialmente dedicado ao património cultural, e tem como objetivo principal celebrar e preservar a diversidade linguística como uma riqueza do património comum da Europa.

Os alunos registaram as suas atividades no calendário online, criado pelo Conselho da Europa, especialmente para o efeito, disponível aqui.

Como já é habitual, os alunos participaram também no intercâmbio de postais em língua inglesa e língua materna, tendo o nosso Agrupamento recebido postais de várias escolas europeias, onde se incluem escolas de países como a Turquia, a Sérvia, o Montenegro, a Moldávia e a Rússia.

Os nossos alunos estão, mais uma vez, de parabéns pelo empenho demonstrado nestas atividades e pelo excelente contributo para a divulgação da nossa língua e para a visibilidade do nosso Agrupamento, quer a nível nacional, quer internacional.

Dez 20

Projeto Árvore de Natal Temática e Presépio – Floresta Portuguesa

Está montado no Laboratório de Física, no pavilhão D, caso tenham oportunidade poderão visitar esse espaço. Despertem a vossa curiosidade vendo as fotografias que se seguem. Foi organizado e dinamizado por alunos das turmas 1.ª e 2.ª do 7.º ano de escolaridade, 5.ª e 6.ª do 8.ºano de escolaridade, orientados pela sua professora de Físico-Química, Angelina Fortes (Grupo de Recrutamento 510). A ideia surgiu devido aos incêndios que afectam Portugal todos os anos. De seguida recordemos a…

…Floresta Portuguesa

Poucos bens têm tanto valor em tão diversas frentes. A floresta tudo dá, gera riqueza, pincela paisagens únicas, alberga um sem-número de vidas, limpa os ares, purifica águas, protege o solo, dá emprego, deslumbra turistas e ainda enriquece a gastronomia. Dá resposta a cada um dos três pilares do desenvolvimento – economia, sociedade e ambiente. A sua evolução entrelaça-se com a de Portugal, nas suas estórias e na sua História. Como o faz no presente e promete no futuro.

Portugal tem mais de um terço do seu território coberto com florestas e bosques. Este é um dos maiores e mais importantes recursos naturais do país e tem dado provas disso. Do abrigo e alimentação com que protegia as gentes de outrora, à pasta de papel ou à cortiça que hoje alimentam uma fatia importante da economia nacional, a floresta deu o material que levou os portugueses a outras paragens ou que permitiu que a ferrovia assentasse carris pelo país fora.

Em tempos remotos, imperavam os carvalhos, os sobreiros e as azinheiras. Ancestrais são também os castanheiros, as cerejeiras-brava, os loureiros, os teixos, as bétulas, os salgueiros, os amieiros ou os freixos, entre muitos outros.

A necessidade de terras aráveis e pastos deu a primeira machadada nessas florestas. Ao longo da História do país, a paisagem sofreu tremendas mudanças. No início do século XIX, a floresta cobria apenas 10% do país. Ao longo do tempo, a floresta alimentou, tanto com as espécies que acolhia como com os seus frutos e bagas, iluminou, aqueceu, abrigou e deu rendimento às famílias.

Hoje continua a fazê-lo, embora as protagonistas sejam outras. Há uma que resiste: o sobreiro, uma espécie de extraordinária generosidade. Nela assenta uma das mais importantes indústrias nacionais.

A mais antiga destas novatas é o pinheiro-bravo, campeão das campanhas de florestação do século passado. No Norte e Centro do país acabou por dominar boa parte da paisagem, alimentando serrações, oferecendo a resina cujo uso acabou por cair em desuso e potenciando o aparecimento de uma empresa que hoje é das mais importantes do país.

Durante anos, liderou a tabela das espécies predominantes no país. Mas é uma espécie hoje em declínio, sobretudo devido aos incêndios que encontram na sua resina um combustível de excelência e na continuidade das plantações o pasto ideal para ganhar velocidade e força.

A meio do século passado, emerge outra espécie: o eucalipto, vindo da Austrália e Tasmânia. O rendimento que gera ao produtor florestal tornou-o num investimento interessante que levou a que, face à ausência de regras orientadoras, crescesse onde devia e não devia, criando contínuos florestais que, pouco geridos, possibilitam um excelente campo para os incêndios. Erros que o tempo e o conhecimento estão agora a tentar corrigir.

No primeiro lugar das árvores com maior presença em Portugal está o tão mal-afamado eucalipto, estrangeiro e que ainda hoje é visto como uma maldição. Acusado de mil e uma tropelias, o seu maior defeito é o que os homens fazem dele. Indiferente à terrível fama que carrega, o eucalipto é a base da empresa de capitais portugueses que mais exporta.

Muitas outras espécies chegaram, viram e venceram. Uma entre estas, é hoje sinónimo de praga. A acácia mimosa é uma invasora infestante que obriga a fortes investimentos para erradicar, o que nem sempre é coroado de sucesso. Reproduzindo-se muito facilmente e em muito pouco tempo, formam áreas densamente povoadas que impedem o desenvolvimento da vegetação natural.

A mais-valia económica da floresta não se reduz à equação papel-cortiça-madeira.

Há todo um mundo diversificado que tem, como principal vantagem, a oferta de respostas para muitas comunidades que ainda persistem nos meios rurais. Alguns exemplos: o tão suculento porco preto depende da bolota da azinheira, o pinhão está em crescimento, a castanha também assim como o medronho. O mel, os cogumelos ou a caça são outras das oferendas das florestas nacionais.

A floresta é também o território de excelência para o turismo, outra das mais produtivas fontes de divisa nacionais. Das paisagens que mudam a cada curva nas serranias do Gerês ou de Montesinho à deslumbrante simplicidade do montado. A riqueza não se esgota aqui, nos empregos, nas exportações, nas vendas, no lazer. São aves, são plantas, são zonas excecionais que transformam Portugal num país riquíssimo. A acrescer a já tão grande espólio, acresce o sequestro do dióxido de carbono, a proteção do solo, a regulação da qualidade da água e do ciclo hídrico.

Estamos longe de uma floresta dominada por Quercus (carvalhos, azinheiras e sobreiros), como era no passado. Já muito se errou, já muito se corrigiu e há ainda muito a aprender.

A floresta portuguesa já muito evoluiu, regrediu, progrediu e transformou-se. Umas vezes conduzida pelas mudanças naturais, outras pela mão do Homem. Essencial à vida, fonte de riqueza, paleta de algumas das paisagens mais bonitas do país, a floresta portuguesa.

(Adaptado de Floresta em Perigo-Público)

Angelina Fortes (Grupo de Recrutamento 510)

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