Fev 11

Em Vale Mourão os pais também vão à escola

No âmbito do projeto “Um outro olhar/Uma outra escola”, foi sugerido um desafio aos pais: virem à nossa sala de aula e darem a conhecer, a toda a turma, a sua profissão.

No dia 15 de janeiro, a mãe do Rafael Fernandes, professora de Matemática no terceiro ciclo do ensino básico, visitou–nos, contou–nos algumas histórias divertidas que aconteceram com os seus alunos, explicou–nos porque é que é tão feliz a ensinar Matemática a adolescentes e a importância da sua disciplina nas nossas vidas.

Nós, a Turma B do terceiro ano, adorámos a última surpresa: jogos de tabuleiro com conteúdos matemáticos. Os dominós com frações e horas e os jogos de memória deram–nos a oportunidade de aprendermos brincando, pois o objetivo primordial da nossa educação é formar indivíduos capazes de conceber novos recursos e riqueza, de forma autónoma e criativa. Estes são os dois grandes propósitos da nossa instrução académica.

Consideramos que este tipo de atividade se reveste de uma enorme importância para as nossas aprendizagens, na medida em que participámos com muito empenho e entusiasmo, segundo a nossa Professora.

Foi um dia muito especial em que nos sentimos exultantes de felicidade, pois praticámos, operámos, exercitámos e manuseámos frações e outros conteúdos programáticos de forma lúdica e comprovámos que aprender matemática é fácil e até um bocadinho mágico.

Obrigado mãe do Rafael! Seja sempre muito bem-vinda à nossa escola!

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Fev 11

“Arte em Movimento” – JI de Vale Mourão

Será que as obras de arte também têm movimento? Pode uma visita a um museu transformar-se numa pequena dança cheia de pequenos gestos? Procurando promover uma relação diferente com as obras expostas e com o próprio espaço do museu, as crianças do jardim-de-infância de Vale Mourão foram à Fundação Gulbenkian e visitaram a coleção moderna. Para a leitura e interpretação das diferentes peças artísticas expostas utilizaram o movimento, a dança e a expressão corporal. Foi assim possível observar que arte pode, e deve, ser interpretada de diversas formas.

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Fev 11

Ação Intercultural “Agrupamento contra o Vírus de Wuhan” – IV

Enquanto o coronavírus alastra, a xenofobia alastra também pelo mundo. Há relatos de episódios na comunicação social e nas redes sociais. Há também notícias de reações de asiáticos ou seus descendentes, que estão espalhados por todo o mundo, tal como os portugueses. Um dos movimentos de asiáticos expressa-se com a frase “Eu não sou um vírus”, em várias línguas e em vários suportes, para distinguir bem entre o vírus e a pessoa humana, que, geralmente, nem sequer está contagiada.

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Em Portugal, a comunidade chinesa já manifestou o seu desagrado por um programa de um humorista numa rádio portuguesa.

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A xenofobia depende sobretudo das atitudes de cada um de nós e do conhecimento, muito simples, de que um humano é um humano e um vírus é um vírus. Para tornar mais eficazes a prevenção e a contenção do contágio dos humanos por este vírus a hora é de solidariedade.

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Fev 11

Ação Intercultural “Agrupamento contra o Vírus de Wuhan” – III

O combate ao coronavírus com origem em Wuhan engloba várias fases: a da prevenção e contenção do contágio pelo vírus e a da deteção e tratamento dos infetados.

Neste cartaz da DGE encontram-se algumas Recomendações Gerais para todas as pessoas de uma comunidade, para prevenção e contenção do contágio pelo vírus, que, entretanto, se continua a espalhar pelo mundo quase todo.

No site do nosso Agrupamento, podem-se encontrar muitas informações fidedignas sobre o assunto, no âmbito de uma ação do Projeto de Educação Intercultural do Agrupamento (PEIA).  Caso seja membro da comunidade local do Agrupamento D. Maria II, Sintra (com sede na Escola Básica e Secundária de Gama Barros) e queira esclarecer eventuais dúvidas sobre este assunto, pode enviá-las para coronaviruspeia@gmail.com

Fev 11

VISITA DE ESTUDO A CASCAIS E A SINTRA

Museu do Mar, Marégrafo e Lagoa Azul

No passado dia 28 de janeiro, as turmas do 1.º e 2.º anos do Curso Profissional de Técnico de Turismo dirigiram-se a Cascais e a Sintra para visitarem o Museu do Mar, o Marégrafo e a Lagoa Azul.

Às nove e trinta minutos as turmas saíram da escola, em autocarro fretado, com destino a Cascais para visitarem o Museu do Mar e o Marégrafo no âmbito da disciplina de Geografia e de Área de Integração (1.º Ano). Esta visita foi organizada pela Professora Rosário Portugal que leciona ambas as disciplinas. Primeiramente, foram até ao museu do mar onde as turmas foram divididas em dois grupos para realizarem a visita guiada ao Marégrafo e ao Museu do Mar.

No Museu do Mar foi contada a história de Cascais e a sua ligação com o mar, a história de um rei português, D. Carlos, que era apaixonado pelo mar, e foram visitadas várias exposições onde se observaram animais marinhos do nosso mar, o problema do lixo nos Oceanos, fósseis marinhos, barcos e utensílios da comunidade piscatória de Cascais.

No Marégrafo, o guia explicou o que acontecia diariamente naquele local. Os registos, desde 1882, que eram feitos e o quanto eles eram importantes, mostrando alguns exemplos de registos em alturas que ocorreram maremotos e sublinhou que, na atualidade, é um instrumento importantíssimo para a medição da subida do nível médio das águas do mar, que está relacionada com a problemática das alterações climáticas. É o único em funcionamento em toda a Europa, pois os que existiam na Islândia e em França foram destruídos aquando da 2.ª Grande Guerra Mundial. O Marégrafo está localizado já em território marítimo e é devido a este que se conseguiu o “Datum Altimétrico”, pois estabelece-se os zero metros de altitude, representativo do nível médio das águas do mar.

Ao meio dia e meia as turmas saíram de Cascais em direção a Sintra para puderem visitar a Lagoa Azul. No local, os alunos fizeram a observação do espaço ficando a conhecer mais um ponto turístico em Sintra.

Notícia elaborada pela aluna Bianca, n.º 2 do 2.º PTT

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Fev 07

Ação Intercultural “Agrupamento contra o Vírus de Wuhan” – II

Agora, que também já se fala das escolas na comunicação social, a propósito da divulgação de informação da Direção-Geral de Saúde sobre a prevenção e contenção do contágio por este coronavírus, talvez seja mais fácil entender a necessidade das escolas agirem também, nomeadamente na área de Cidadania e Desenvolvimento.

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Perante as dúvidas de especialistas sobre a preparação de Portugal para a prevenção e contenção do contágio por este vírus é necessário aumentar a aprendizagem de conhecimentos, capacidades e atitudes por todos nós.

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Fev 05

Ação Intercultural “Agrupamento contra o Vírus de Wuhan” – I

Em face da confirmação da transmissão humano a humano do  vírus de Wuhan e das sucessivas suspeitas de infetados fora da China, nomeadamente em Portugal, iniciamos agora uma  ação intercultural contra o Vírus de Wuhan, no Agrupamento D. Maria II, por meio da divulgação na sua página na internet, à comunidade, de notícias de fontes fidedignas, sem alarmismos, estigmas ou fake news, por serem contraproducentes.

Esta ação é desenvolvida no âmbito do Projeto de Educação Intercultural do Agrupamento (PEIA).  Como a probabilidade de transmissão secundária na UE (União Europeia) é baixa, desde que sejam cumpridas as práticas de prevenção e controlo de infeção relacionadas com um eventual caso importado, para já, focamo-nos nas Recomendações Gerais divulgadas no site da DGS (Direção Geral de Saúde), válidas para contenção do contágio por diversos agentes infeciosos, nomeadamente vírus das infeções respiratórias, como é o vírus de Wuhan.

Pode ver essas Recomendações aqui

Fev 03

Procedimento concursal de regularização extraordinária de vínculos precários destinado a Técnicos Superiores

Lista Unitária de Ordenação Final Homologada

Para ver documento, clique aqui

Fev 03

Vírus de Wuhan

O número de infetados e de mortes por este coronavírus continua a aumentar.

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Os quatro aspetos do coronavírus que mais preocupam os cientistas são os seguintes:

1. Com que facilidade é transmitido?

Agora os cientistas afirmam que cada pessoa infetada pode transmitir o vírus para uma média que fica entre 1,4 e 2,5 indivíduos.

2. Qual é a fase de contágio?

Os cientistas alertam que os doentes podem transmitir o vírus inclusive antes de surgirem quaisquer sintomas, que incluem febre, falta de ar, tosse e dificuldade em respirar. O intervalo de tempo entre o contágio e o início dos sintomas (o chamado período de incubação) pode ser de um a 14 dias.

3. A que velocidade se propaga a doença?

A verdade é que, em poucos dias, o número de pessoas infetadas passou de centenas para milhares.

4. O vírus pode sofrer mutações?

Regra geral, qualquer tipo de vírus tende a sofrer mutações e a evoluir. Porém, tal pode significar cenários diferentes dependendo dos casos.

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A OMS (Organização Mundial de Saúde) declarou o estado de emergência de saúde pública internacional, devido ao coronavírus com origem na região de Wuhan.

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Em conferência de imprensa, a Diretora-Geral da Saúde, Graça Freitas, admitiu que após a declaração, pela OMS, do estado de emergência de saúde pública internacional, o “nível de alerta de prontidão, obviamente, aumentou [assim como] a nossa necessidade de reforçar a capacidade de resposta dos serviços, com medidas de saúde pública, de tratar casos e depois encontrar contactos possíveis desses casos”.

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Fev 02

O sonho do Hamadu!

O aluno Hamadu, do 4.º C da EB Ribeiro de Carvalho, concretizou, na sexta-feira, dia 31 de janeiro, um dos seus sonhos.

Hamadu visitou o estádio do Sport Lisboa e Benfica, assistiu ao jogo disputado entre o Benfica e o Belenenses e foi recebido pela equipa de futebol profissional deste clube.

Veja as imagens do sonho de Hamadu aqui