Concurso do Museu da Água “A Água Que Queremos / The Water We Want”

No furor da segunda revolução científica do séc. XIX, os homens das ciências defendiam que a Terra tinha a infinda capacidade de se autorregenerar, quer dizer, quanto mais minério dela retirássemos, por exemplo, mais minério a Terra produziria. Hoje, todos sabemos que não é assim, que os seus recursos naturais são finitos, que são oferendas inestimáveis que a Mãe Natureza nos disponibilizou para facilitar a nossa acomodação a esta Casa. Hoje, todos sabemos o preço que pagamos por virmos desbaratando a eito tais bens. Todos sabemos da tremenda crise ambiental que ameaça a Terra. Todos sabemos que o Planeta está a morrer, que ele morre mais um bocadinho a cada segundo que passa, a cada golpe que continuamos a desferir-lhe.
Ainda é tempo de arrepiar caminho e de remediar muito do mal que lhe fomos infligindo. O primeiro passo é juntar vozes e a vontade de fazer melhor.
O 9.º 7.ª quis fazer-se ouvir e unir-se a outras vontades neste alerta para salvar e preservar uma das mais preciosas dádivas do Planeta: a água! Foi com espírito aguerrido, otimismo e jovialidade que fizemos este vídeo, com o qual concorremos à 2.ª Edição do Concurso para Jovens do Museu da Água-EPAL “A Água Que Queremos / The Water We Want”. Trata-se de um concurso a nível europeu, por isso o vídeo é bilingue – português e inglês.
Não ganhámos, mas valeu a iniciativa, a participação e esta centelha de esperança que nos anima!
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