Dez 20

O Agrupamento D. Maria II foi distinguido com o certificado do Dia Europeu das Línguas

Certificado-Linguas

A Escola Básica e Secundária de Gama Barros foi distinguida com o certificado do Dia Europeu das Línguas pela excelente participação dos alunos do 9.º 8.ª na Iniciativa do Dia Europeu das Línguas, intitulada: “How multilingual is your classroom/organisation?”. Esta iniciativa celebrou o seu 17.º aniversário no dia 26 de setembro, dia especialmente dedicado ao património cultural, e tem como objetivo principal celebrar e preservar a diversidade linguística como uma riqueza do património comum da Europa.

Os alunos registaram as suas atividades no calendário online, criado pelo Conselho da Europa, especialmente para o efeito, disponível aqui.

Como já é habitual, os alunos participaram também no intercâmbio de postais em língua inglesa e língua materna, tendo o nosso Agrupamento recebido postais de várias escolas europeias, onde se incluem escolas de países como a Turquia, a Sérvia, o Montenegro, a Moldávia e a Rússia.

Os nossos alunos estão, mais uma vez, de parabéns pelo empenho demonstrado nestas atividades e pelo excelente contributo para a divulgação da nossa língua e para a visibilidade do nosso Agrupamento, quer a nível nacional, quer internacional.

Dez 20

Projeto Árvore de Natal Temática e Presépio – Floresta Portuguesa

Está montado no Laboratório de Física, no pavilhão D, caso tenham oportunidade poderão visitar esse espaço. Despertem a vossa curiosidade vendo as fotografias que se seguem. Foi organizado e dinamizado por alunos das turmas 1.ª e 2.ª do 7.º ano de escolaridade, 5.ª e 6.ª do 8.ºano de escolaridade, orientados pela sua professora de Físico-Química, Angelina Fortes (Grupo de Recrutamento 510). A ideia surgiu devido aos incêndios que afectam Portugal todos os anos. De seguida recordemos a…

…Floresta Portuguesa

Poucos bens têm tanto valor em tão diversas frentes. A floresta tudo dá, gera riqueza, pincela paisagens únicas, alberga um sem-número de vidas, limpa os ares, purifica águas, protege o solo, dá emprego, deslumbra turistas e ainda enriquece a gastronomia. Dá resposta a cada um dos três pilares do desenvolvimento – economia, sociedade e ambiente. A sua evolução entrelaça-se com a de Portugal, nas suas estórias e na sua História. Como o faz no presente e promete no futuro.

Portugal tem mais de um terço do seu território coberto com florestas e bosques. Este é um dos maiores e mais importantes recursos naturais do país e tem dado provas disso. Do abrigo e alimentação com que protegia as gentes de outrora, à pasta de papel ou à cortiça que hoje alimentam uma fatia importante da economia nacional, a floresta deu o material que levou os portugueses a outras paragens ou que permitiu que a ferrovia assentasse carris pelo país fora.

Em tempos remotos, imperavam os carvalhos, os sobreiros e as azinheiras. Ancestrais são também os castanheiros, as cerejeiras-brava, os loureiros, os teixos, as bétulas, os salgueiros, os amieiros ou os freixos, entre muitos outros.

A necessidade de terras aráveis e pastos deu a primeira machadada nessas florestas. Ao longo da História do país, a paisagem sofreu tremendas mudanças. No início do século XIX, a floresta cobria apenas 10% do país. Ao longo do tempo, a floresta alimentou, tanto com as espécies que acolhia como com os seus frutos e bagas, iluminou, aqueceu, abrigou e deu rendimento às famílias.

Hoje continua a fazê-lo, embora as protagonistas sejam outras. Há uma que resiste: o sobreiro, uma espécie de extraordinária generosidade. Nela assenta uma das mais importantes indústrias nacionais.

A mais antiga destas novatas é o pinheiro-bravo, campeão das campanhas de florestação do século passado. No Norte e Centro do país acabou por dominar boa parte da paisagem, alimentando serrações, oferecendo a resina cujo uso acabou por cair em desuso e potenciando o aparecimento de uma empresa que hoje é das mais importantes do país.

Durante anos, liderou a tabela das espécies predominantes no país. Mas é uma espécie hoje em declínio, sobretudo devido aos incêndios que encontram na sua resina um combustível de excelência e na continuidade das plantações o pasto ideal para ganhar velocidade e força.

A meio do século passado, emerge outra espécie: o eucalipto, vindo da Austrália e Tasmânia. O rendimento que gera ao produtor florestal tornou-o num investimento interessante que levou a que, face à ausência de regras orientadoras, crescesse onde devia e não devia, criando contínuos florestais que, pouco geridos, possibilitam um excelente campo para os incêndios. Erros que o tempo e o conhecimento estão agora a tentar corrigir.

No primeiro lugar das árvores com maior presença em Portugal está o tão mal-afamado eucalipto, estrangeiro e que ainda hoje é visto como uma maldição. Acusado de mil e uma tropelias, o seu maior defeito é o que os homens fazem dele. Indiferente à terrível fama que carrega, o eucalipto é a base da empresa de capitais portugueses que mais exporta.

Muitas outras espécies chegaram, viram e venceram. Uma entre estas, é hoje sinónimo de praga. A acácia mimosa é uma invasora infestante que obriga a fortes investimentos para erradicar, o que nem sempre é coroado de sucesso. Reproduzindo-se muito facilmente e em muito pouco tempo, formam áreas densamente povoadas que impedem o desenvolvimento da vegetação natural.

A mais-valia económica da floresta não se reduz à equação papel-cortiça-madeira.

Há todo um mundo diversificado que tem, como principal vantagem, a oferta de respostas para muitas comunidades que ainda persistem nos meios rurais. Alguns exemplos: o tão suculento porco preto depende da bolota da azinheira, o pinhão está em crescimento, a castanha também assim como o medronho. O mel, os cogumelos ou a caça são outras das oferendas das florestas nacionais.

A floresta é também o território de excelência para o turismo, outra das mais produtivas fontes de divisa nacionais. Das paisagens que mudam a cada curva nas serranias do Gerês ou de Montesinho à deslumbrante simplicidade do montado. A riqueza não se esgota aqui, nos empregos, nas exportações, nas vendas, no lazer. São aves, são plantas, são zonas excecionais que transformam Portugal num país riquíssimo. A acrescer a já tão grande espólio, acresce o sequestro do dióxido de carbono, a proteção do solo, a regulação da qualidade da água e do ciclo hídrico.

Estamos longe de uma floresta dominada por Quercus (carvalhos, azinheiras e sobreiros), como era no passado. Já muito se errou, já muito se corrigiu e há ainda muito a aprender.

A floresta portuguesa já muito evoluiu, regrediu, progrediu e transformou-se. Umas vezes conduzida pelas mudanças naturais, outras pela mão do Homem. Essencial à vida, fonte de riqueza, paleta de algumas das paisagens mais bonitas do país, a floresta portuguesa.

(Adaptado de Floresta em Perigo-Público)

Angelina Fortes (Grupo de Recrutamento 510)

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Dez 20

O Espaço vai à Escola (5.ªedição)

O Espaço vai à Escola  é uma iniciativa da Ciência Viva em colaboração com a ESA (Agência Espacial Europeia), enquadrada no Projeto ESERO Portugal.

A iniciativa promove e proporciona a visita de diversos cientistas e engenheiros portugueses conceituados a diversas escolas do país durante a Semana Mundial do Espaço.

Os palestrantes abordam temáticas interessantes e atuais, devidamente contextualizados nos currículos.

Nos dias 15 e 16 de novembro, esteve na nossa escola o Professor Mário Lino da Silva, investigador do IST (Instituto Superior Técnico).

Encontrou-se com os alunos da turma 2.ª do 7.º ano de escolaridade no dia 15 de novembro, no decorrer da aula da professora Angelina Fortes (Física e Química).

No dia 16 de novembro, esteve com a turma 5.ª do 7.º ano de escolaridade, no decorrer de uma aula da professora Ana Isabel Cardoso (Física e Química) que contou com a colaboração da professora Dália Ferreira (Ciências Naturais).

O Professor falou sobre assuntos, no âmbito da Astronomia e Astronáutica, trouxe modelos de sondas e naves espaciais.

Os presentes nas palestras concordaram que as mesmas foram muito interessantes e úteis para os alunos.

Angelina Fortes e Ana Isabel Cardoso (Grupo de Recrutamento 510)

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Dez 17

Sessões de Sensibilização sobre a utilização segura da Internet para os alunos do 5.º ano

No âmbito do Domínio “Risco”, abordado nas aulas de Cidadania e Desenvolvimento, realizaram-se entre os dias 22 e 30 de novembro sessões de sensibilização sobre a utilização segura da Internet para todos os alunos do 5.º ano. Estas sessões tiveram como principal objetivo alertar para os riscos associados à utilização da Internet bem como para os efeitos para a nossa segurança e bem-estar.

Como é do conhecimento geral, os nossos alunos, à semelhança de milhões de pessoas no mundo, usam diariamente a Internet através de sites, blogs, redes sociais (facebook, instagram ou outros), instant messaging (msn, skype), etc. Conscientes de que os alunos nem sempre fazem um uso correto da Internet, o coordenador do Projeto Segurança na Escola e na Comunidade, professor Artur Neves, e a Professora Bibliotecária, Filomena Lima, promoveram estas sessões, em colaboração com a Escola Segura.

Durante as sessões os alunos foram alertados por elementos da PSP/Escola Segura para diversos riscos como o spam, o phishing e o cyberbullying. Foram dados conselhos sobre procedimentos de segurança (utilização de passwords, divulgação de informação pessoal, instalação de aplicações, etc.) e sobre como se deve realizar uma “navegação” responsável.

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Dez 13

Para onde vão as tampinhas de plástico que recolhemos na Gama Barros???

Logo-ECOTodos os anos temos o cuidado de recolher/guardar as tampinhas de plástico. Trazemos garrafões e garrafões cheios com este resíduo… Mas para quê??? Alguns farão esta pergunta. Será só lixo que trazemos para a nossa Escola? Outros pensarão que sim. No entanto, com esta eco-atitude, ao fim de alguns anos, conseguimos adquirir uma cadeira de rodas para a nossa Escola, entrámos num concurso “Tampas que dão Rampas” dinamizado pela Câmara Municipal de Sintra e… Agora? Porquê continuar a recolher as tampinhas?

Oh! Já agora que tal sermos solidários e permitirmos que outras pessoas que necessitem venham buscar as tampinhas que nós recolhemos na Escola. É o caso de uma antiga aluna que infelizmente está a precisar delas, para poder adquirir uma cadeira de rodas para seu usufruto como podem comprovar com o pequeno texto escrito pelo marido e que digitalizei.

Tampinhas2Tampinhas que são importantes para algumas pessoas e que não devem ir parar ao lixo nem ao chão… Vamos pô-las no garrafão.

Obrigada a todos que se preocupam e fazem a triagem dos resíduos sólidos urbanos.

Tampinhas

A Coordenadora do Eco-Escolas

Prof.ª Maria do Rosário Portugal

Dez 13

Cerimónia do hastear da Bandeira Verde na Gama Barros

Logo-ECO

No dia 10 de dezembro de 2018, pelas 9 horas e 15 minutos, realizámos a cerimónia do hastear da Bandeira Verde e comemorámos o Dia do nosso Patrono, Gama Barros. Para além desta bandeira também fomos galardoados com a Bandeira do Projeto Etwinning, sendo este o motivo que levou as duas coordenadoras de cada projeto, Rosário Portugal e Lina Pereira respetivamente, a comemorarem numa única cerimónia estes prémios que tanto orgulho nos trazem. A professora Lina Pereira também entregou os certificados e uma pequena lembrança aos alunos por terem participado no desenvolvimento do projeto por ela coordenado.

Estiveram presentes, na cerimónia, três turmas: duas dos Cursos Profissionais de Técnico de Turismo, os 1.º e 2.º anos e uma turma do 9.º ano que foram acompanhadas pelos respetivos professores. Antes do início da cerimónia, os alunos do 1.º ano do Curso Profissional de Técnico de Turismo assistiram a um filme sobre a poluição nos oceanos devido ao excesso de plástico e de micro plástico. Tivemos igualmente a presença do Professor Adérito Cunha, Representante no Conselho Pedagógico dos projetos desenvolvidos na Escola e do nosso Diretor, Professor António Gouveia, que discursou sobre o propósito desta cerimónia. Neste discurso foi enfatizado as preocupações constantes da nossa escola em incutir as boas práticas ambientais aos nossos discentes, contribuindo para o seu desenvolvimento como cidadãos conscienciosos.

Mantendo o mesmo slogan: Vamos todos colaborar para o ambiente melhorar e, mais um ano, a Bandeira Verde hastear!

Os meus agradecimentos ao Professor Jorge que acompanhou o 2.º ano do Curso Profissional de Técnico de Turismo e aos alunos que têm contribuído para o sucesso no desenvolvimento do Eco-Escolas na Escola Básica e Secundária de Gama Barros.

A Coordenadora do Eco-Escolas,

                                                                             Professora Maria do Rosário Portugal

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Dez 11

Alunos de Artes Visuais premiados no concurso normas de manuseamento de “Materiais Perigosos”

No dia quatro de dezembro, decorreu no Auditório da Escola Sede do Agrupamento de Escolas D. Maria II, Escola Básica e Secundária de Gama Barros, o evento da entrega de prémios e certificados de participação aos alunos do 10.º AV1, por terem participado no concurso normas de utilização de “Sustâncias Perigosas”, promovido pela Associação Empresarial de Sintra.

O Júri premiou três posters realizados pelos alunos: Anita Isabel Nunes Fernandes, José Bernardo Gil Fernandes e Guilherme Romão Cesário, os quais foram distinguidos, respetivamente, com os 1.º, 2.º e 3.º prémios.

Os alunos supracitados recebem um Certificado de Menção Honrosa, um prémio simbólico e a garantia da divulgação do seu trabalho no Jornal Economia Local.

Serão realizados cinquenta exemplares do poster que ficou em primeiro lugar, os quais, posteriormente, serão oferecidos à escola para serem distribuídos.

Todos os alunos receberam um certificado de participação bem como pequenas lembranças.

Obrigada à Associação Empresarial de Sintra.

Parabéns aos alunos!

A professora de Desenho A: Celeste Duarte

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Dez 04

Apresentação do Livro “Afinal, ainda Há Heróis”

Teve lugar no dia 24 de outubro, na EB1/JI de Vale Mourão, a apresentação do livro “Afinal, ainda Há Heróis” de João Pedro Condesso.

O cantor Gerson Santos foi o autor das músicas que acompanham o livro e contou-nos a história com as lindas canções, acompanhado com a mascote desta história maravilhosa.

Uma história passada no Reino dos Balões, onde um Rei decretara um dia, a substituição de todos os animais de estimação por robôs de estimação (por estes serem, por vezes, maltratados e abandonados).

Afinal, ainda Há Heróis que, todos os dias, salvam os animais e os tratam com muito amor.

Adorámos conhecer esta história e divertimo-nos muito!

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Dez 04

A EB Ribeiro de Carvalho participou no Lisbon & Sintra Film Festival 18

No dia 20 de novembro, algumas turmas da EB Ribeiro de Carvalho assistiram a uma sessão de cinema promovida pelo LEFFEST – Lisbon & Sintra Film Festival 18, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra.

O LEFFEST apresentou a sessão especial A MAGIA DO CINEMA, na qual ficámos a conhecer a origem dos desenhos animados com as incríveis curtas-metragens dos Estúdios Bray.

Ficámos a saber que “a história do desenho de animação é anterior à do cinema e teve início com a criação de dispositivos óticos que davam a ilusão de movimento, tendo sido entre 1910 e 1940 que o interesse pela animação começou a tomar forma, com a criação de estúdios autónomos. A revolucionária aparição dos Estúdios Bray, por volta de 1913, marca a história dos desenhos animados como prática de entretenimento”.

Foi uma manhã diferente onde os alunos ficaram a conhecer um pouco da história dos desenhos animados.

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Dez 04

O S. Martinho no Jardim de infância Cacém n.º 1

Uma, duas, três castanhas,

Eu te vou dar,

Uma, duas, três castanhas,

Para brincar.

Castanhas quentinhas,

Ao lume a estalar,

Nós vamos comê-las,

Até nos fartar!

Em ambiente de festa, o Jardim de Infância Cacém n.º 1, no dia 12, pelas 14:45h, juntou os familiares e as crianças, para comemorarem o dia de São Martinho. Os familiares foram recebidos com canções alusivas ao dia e com muitos sorrisos estampados nos pequenos rostos. Educadoras de infância, assistentes operacionais, familiares e crianças degustaram as castanhas assadinhas, acompanhadas do belo suminho e colocadas nos cartuchos que as crianças fizeram com muito carinho. Foi um momento de convívio muito agradável.

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