Jan 03

Visita de estudo às grutas de Mira de Aire e Castelo de Leiria

A visita de estudo decorreu no dia 7 de dezembro de 2018, envolvendo os alunos das turmas dos 1.º e 2.º anos do Curso Profissional de Técnico de Turismo (PTT) e 1.º ano do Curso Profissional de Técnico de Informática – Sistemas (PTIS). A acompanhar os alunos foram as professoras Rosário Portugal, Elsa Barreto, Ana Colaço e Maria João Oliveira. Com a ajuda das três primeiras professoras, os alunos do 2.º ano do PTT organizaram esta visita de estudo/trabalho de campo, auxiliada por um guião/ficha de trabalho, realizada pela professora de Geografia, Rosário Portugal. Tratou-se de uma viagem ao distrito de Leiria com a finalidade de visitar as Grutas de Mira de Aire, o Castelo de Leiria e a própria região de Leiria que se encontra localizada no Maciço Calcário Estremenho, conteúdo programático ministrado na disciplina de Geografia do Curso Profissional de Técnico de Turismo. Um outro objetivo que se pretende igualmente alcançar, foi o de aprender a planificar um itinerário turístico, tão importante para quem frequenta o curso de turismo. Foi um trabalho de campo multidisciplinar, onde se procurou incutir nos discentes a necessidade de se trabalhar em equipa multidisciplinar e a interrelação entre os diversos conteúdos programáticos lecionados nas diferentes disciplinas que compõem o currículo deste curso.

 Nas Grutas de Mira de Aire tivemos um guia turístico bastante simpático que nos forneceu informações, explicações e prestou esclarecimentos acerca das dúvidas colocadas. As informações prestadas minuciosamente referiram-se à sua extensão (11 km), mas apenas 600 metros podem ser visitados turisticamente; a todo o processo de descoberta, escavação e de estudo realizado; a temperatura existente dentro das mesmas; o tipo de rocha (calcário) e as formações cársicas (estalactites e estalagmites). Igualmente, pudemos observar a escorrência de águas no subsolo, dando origem a um lençol freático (Rio Negro). Também nos deram a informação sobre as garrafas de vinho da região que aqui estão armazenadas, devido à ótima temperatura que se faz sentir, contribuindo para a maturação do vinho desta região demarcada.

 As grutas foram descobertas em 1947, mas só em 11 de agosto de 1974 é que foram abertas ao público. Em 2010 as grutas de Mira de Aire foram classificadas como uma das 7 Maravilhas de Portugal, pela New 7 Wonders Portugal.

 Mais tarde, dirigimo-nos para a cidade de Leiria, com o intuito de irmos visitar o Castelo desta localidade. Quando chegámos, fizemos uma caminhada até ao Castelo de Leiria, uma vez que o nosso autocarro não podia subir até ao mesmo.

No Castelo de Leiria, pudemos fazer uma viagem no tempo e ilusoriamente adquirir vivências do passado, do Rei e do seu séquito. Como não tínhamos guia turístico, alguns alunos fizeram uma prévia pesquisa, em contexto de aula, e relataram-nos um pouco sobre a história do castelo. Este é caracterizado como sendo um castelo medieval, onde se observa a simbiose entre a beleza do património edificado e o natural. Sobre o castelo formularam-se três lendas, mas a que desperta maior curiosidade nos turistas é a lenda dos corvos. Esta refere-se à batalha realizada pelo Rei Dom Afonso Henriques aquando da defesa desta localidade e ao aparecimento de corvos, bom agoiro para o seu exército que conseguiu vencer esta batalha. Estas aves estão representadas na bandeira da cidade de Leiria.

No final do dia, regressámos à nossa Escola. O balanço que realizámos sobre este trabalho de campo/visita de estudo foi bastante positivo, pois permitiu-nos tomar conhecimento e adquirir na prática conteúdos científicos interessantes e diversos sobre os locais visitados. No final desta atividade, a Professora de Geografia elogiou o ótimo comportamento dos alunos, que souberam cumprir e respeitar as regras elementares de conduta e as instruções dadas ao longo do dia e ao longo das visitas. Houve também um convívio saudável entre os professores e alunos, num ambiente diferente do existente no dia-a-dia escolar.

Com a dinamização/organização desta visita de estudo/trabalho de campo vamos participar num concurso “Prémios APG/Saída de Campo” organizado pela Associação Portuguesa de Geógrafos.

Veja as fotos aqui

Dez 20

Dia Internacional dos Direitos Humanos celebrado na Gama Barros

AMI-0AMI-1A 10 de dezembro celebra-se o Dia Internacional dos Direitos Humanos. Apoiantes de todo o mundo, durante este mês, escrevem milhões de cartas, envolvendo-se na defesa daqueles cujos direitos humanos básicos são atacados e desrespeitados. A Escola Básica e Secundária de Gama Barros tem participado na Maratona de Cartas e este ano teve uma visita especial.

Vitalina Koval, uma ativista LGBTI da Ucrânia, foi convidada pela Dra. Luísa Marques e, estando o nosso Agrupamento envolvido no projeto “Escolas Amigas dos Direitos Humanos”, coordenado pela professora Isabel Costa, veio apresentar o seu testemunho perante uma audiência de jovens estudantes e professores.

Vitalina foi perseguida, ameaçada e agredida, por participar em marchas a favor da igualdade para todos os cidadãos do seu país. É uma jovem determinada e persistente, que nos confessou que “defender os direitos humanos não é um ato heroico, mas algo que está bem próximo de cada um de nós. Basta estarmos atentos à nossa volta e vermos quem precisa do nosso apoio para atuarmos.”

Veja as fotos aqui

Dez 20

O Agrupamento D. Maria II foi distinguido com o certificado do Dia Europeu das Línguas

Certificado-Linguas

A Escola Básica e Secundária de Gama Barros foi distinguida com o certificado do Dia Europeu das Línguas pela excelente participação dos alunos do 9.º 8.ª na Iniciativa do Dia Europeu das Línguas, intitulada: “How multilingual is your classroom/organisation?”. Esta iniciativa celebrou o seu 17.º aniversário no dia 26 de setembro, dia especialmente dedicado ao património cultural, e tem como objetivo principal celebrar e preservar a diversidade linguística como uma riqueza do património comum da Europa.

Os alunos registaram as suas atividades no calendário online, criado pelo Conselho da Europa, especialmente para o efeito, disponível aqui.

Como já é habitual, os alunos participaram também no intercâmbio de postais em língua inglesa e língua materna, tendo o nosso Agrupamento recebido postais de várias escolas europeias, onde se incluem escolas de países como a Turquia, a Sérvia, o Montenegro, a Moldávia e a Rússia.

Os nossos alunos estão, mais uma vez, de parabéns pelo empenho demonstrado nestas atividades e pelo excelente contributo para a divulgação da nossa língua e para a visibilidade do nosso Agrupamento, quer a nível nacional, quer internacional.

Dez 20

Projeto Árvore de Natal Temática e Presépio – Floresta Portuguesa

Está montado no Laboratório de Física, no pavilhão D, caso tenham oportunidade poderão visitar esse espaço. Despertem a vossa curiosidade vendo as fotografias que se seguem. Foi organizado e dinamizado por alunos das turmas 1.ª e 2.ª do 7.º ano de escolaridade, 5.ª e 6.ª do 8.ºano de escolaridade, orientados pela sua professora de Físico-Química, Angelina Fortes (Grupo de Recrutamento 510). A ideia surgiu devido aos incêndios que afectam Portugal todos os anos. De seguida recordemos a…

…Floresta Portuguesa

Poucos bens têm tanto valor em tão diversas frentes. A floresta tudo dá, gera riqueza, pincela paisagens únicas, alberga um sem-número de vidas, limpa os ares, purifica águas, protege o solo, dá emprego, deslumbra turistas e ainda enriquece a gastronomia. Dá resposta a cada um dos três pilares do desenvolvimento – economia, sociedade e ambiente. A sua evolução entrelaça-se com a de Portugal, nas suas estórias e na sua História. Como o faz no presente e promete no futuro.

Portugal tem mais de um terço do seu território coberto com florestas e bosques. Este é um dos maiores e mais importantes recursos naturais do país e tem dado provas disso. Do abrigo e alimentação com que protegia as gentes de outrora, à pasta de papel ou à cortiça que hoje alimentam uma fatia importante da economia nacional, a floresta deu o material que levou os portugueses a outras paragens ou que permitiu que a ferrovia assentasse carris pelo país fora.

Em tempos remotos, imperavam os carvalhos, os sobreiros e as azinheiras. Ancestrais são também os castanheiros, as cerejeiras-brava, os loureiros, os teixos, as bétulas, os salgueiros, os amieiros ou os freixos, entre muitos outros.

A necessidade de terras aráveis e pastos deu a primeira machadada nessas florestas. Ao longo da História do país, a paisagem sofreu tremendas mudanças. No início do século XIX, a floresta cobria apenas 10% do país. Ao longo do tempo, a floresta alimentou, tanto com as espécies que acolhia como com os seus frutos e bagas, iluminou, aqueceu, abrigou e deu rendimento às famílias.

Hoje continua a fazê-lo, embora as protagonistas sejam outras. Há uma que resiste: o sobreiro, uma espécie de extraordinária generosidade. Nela assenta uma das mais importantes indústrias nacionais.

A mais antiga destas novatas é o pinheiro-bravo, campeão das campanhas de florestação do século passado. No Norte e Centro do país acabou por dominar boa parte da paisagem, alimentando serrações, oferecendo a resina cujo uso acabou por cair em desuso e potenciando o aparecimento de uma empresa que hoje é das mais importantes do país.

Durante anos, liderou a tabela das espécies predominantes no país. Mas é uma espécie hoje em declínio, sobretudo devido aos incêndios que encontram na sua resina um combustível de excelência e na continuidade das plantações o pasto ideal para ganhar velocidade e força.

A meio do século passado, emerge outra espécie: o eucalipto, vindo da Austrália e Tasmânia. O rendimento que gera ao produtor florestal tornou-o num investimento interessante que levou a que, face à ausência de regras orientadoras, crescesse onde devia e não devia, criando contínuos florestais que, pouco geridos, possibilitam um excelente campo para os incêndios. Erros que o tempo e o conhecimento estão agora a tentar corrigir.

No primeiro lugar das árvores com maior presença em Portugal está o tão mal-afamado eucalipto, estrangeiro e que ainda hoje é visto como uma maldição. Acusado de mil e uma tropelias, o seu maior defeito é o que os homens fazem dele. Indiferente à terrível fama que carrega, o eucalipto é a base da empresa de capitais portugueses que mais exporta.

Muitas outras espécies chegaram, viram e venceram. Uma entre estas, é hoje sinónimo de praga. A acácia mimosa é uma invasora infestante que obriga a fortes investimentos para erradicar, o que nem sempre é coroado de sucesso. Reproduzindo-se muito facilmente e em muito pouco tempo, formam áreas densamente povoadas que impedem o desenvolvimento da vegetação natural.

A mais-valia económica da floresta não se reduz à equação papel-cortiça-madeira.

Há todo um mundo diversificado que tem, como principal vantagem, a oferta de respostas para muitas comunidades que ainda persistem nos meios rurais. Alguns exemplos: o tão suculento porco preto depende da bolota da azinheira, o pinhão está em crescimento, a castanha também assim como o medronho. O mel, os cogumelos ou a caça são outras das oferendas das florestas nacionais.

A floresta é também o território de excelência para o turismo, outra das mais produtivas fontes de divisa nacionais. Das paisagens que mudam a cada curva nas serranias do Gerês ou de Montesinho à deslumbrante simplicidade do montado. A riqueza não se esgota aqui, nos empregos, nas exportações, nas vendas, no lazer. São aves, são plantas, são zonas excecionais que transformam Portugal num país riquíssimo. A acrescer a já tão grande espólio, acresce o sequestro do dióxido de carbono, a proteção do solo, a regulação da qualidade da água e do ciclo hídrico.

Estamos longe de uma floresta dominada por Quercus (carvalhos, azinheiras e sobreiros), como era no passado. Já muito se errou, já muito se corrigiu e há ainda muito a aprender.

A floresta portuguesa já muito evoluiu, regrediu, progrediu e transformou-se. Umas vezes conduzida pelas mudanças naturais, outras pela mão do Homem. Essencial à vida, fonte de riqueza, paleta de algumas das paisagens mais bonitas do país, a floresta portuguesa.

(Adaptado de Floresta em Perigo-Público)

Angelina Fortes (Grupo de Recrutamento 510)

Veja as fotos aqui

Dez 20

O Espaço vai à Escola (5.ªedição)

O Espaço vai à Escola  é uma iniciativa da Ciência Viva em colaboração com a ESA (Agência Espacial Europeia), enquadrada no Projeto ESERO Portugal.

A iniciativa promove e proporciona a visita de diversos cientistas e engenheiros portugueses conceituados a diversas escolas do país durante a Semana Mundial do Espaço.

Os palestrantes abordam temáticas interessantes e atuais, devidamente contextualizados nos currículos.

Nos dias 15 e 16 de novembro, esteve na nossa escola o Professor Mário Lino da Silva, investigador do IST (Instituto Superior Técnico).

Encontrou-se com os alunos da turma 2.ª do 7.º ano de escolaridade no dia 15 de novembro, no decorrer da aula da professora Angelina Fortes (Física e Química).

No dia 16 de novembro, esteve com a turma 5.ª do 7.º ano de escolaridade, no decorrer de uma aula da professora Ana Isabel Cardoso (Física e Química) que contou com a colaboração da professora Dália Ferreira (Ciências Naturais).

O Professor falou sobre assuntos, no âmbito da Astronomia e Astronáutica, trouxe modelos de sondas e naves espaciais.

Os presentes nas palestras concordaram que as mesmas foram muito interessantes e úteis para os alunos.

Angelina Fortes e Ana Isabel Cardoso (Grupo de Recrutamento 510)

Veja as fotos aqui

Dez 17

Sessões de Sensibilização sobre a utilização segura da Internet para os alunos do 5.º ano

No âmbito do Domínio “Risco”, abordado nas aulas de Cidadania e Desenvolvimento, realizaram-se entre os dias 22 e 30 de novembro sessões de sensibilização sobre a utilização segura da Internet para todos os alunos do 5.º ano. Estas sessões tiveram como principal objetivo alertar para os riscos associados à utilização da Internet bem como para os efeitos para a nossa segurança e bem-estar.

Como é do conhecimento geral, os nossos alunos, à semelhança de milhões de pessoas no mundo, usam diariamente a Internet através de sites, blogs, redes sociais (facebook, instagram ou outros), instant messaging (msn, skype), etc. Conscientes de que os alunos nem sempre fazem um uso correto da Internet, o coordenador do Projeto Segurança na Escola e na Comunidade, professor Artur Neves, e a Professora Bibliotecária, Filomena Lima, promoveram estas sessões, em colaboração com a Escola Segura.

Durante as sessões os alunos foram alertados por elementos da PSP/Escola Segura para diversos riscos como o spam, o phishing e o cyberbullying. Foram dados conselhos sobre procedimentos de segurança (utilização de passwords, divulgação de informação pessoal, instalação de aplicações, etc.) e sobre como se deve realizar uma “navegação” responsável.

Veja as fotos aqui

Dez 13

Para onde vão as tampinhas de plástico que recolhemos na Gama Barros???

Logo-ECOTodos os anos temos o cuidado de recolher/guardar as tampinhas de plástico. Trazemos garrafões e garrafões cheios com este resíduo… Mas para quê??? Alguns farão esta pergunta. Será só lixo que trazemos para a nossa Escola? Outros pensarão que sim. No entanto, com esta eco-atitude, ao fim de alguns anos, conseguimos adquirir uma cadeira de rodas para a nossa Escola, entrámos num concurso “Tampas que dão Rampas” dinamizado pela Câmara Municipal de Sintra e… Agora? Porquê continuar a recolher as tampinhas?

Oh! Já agora que tal sermos solidários e permitirmos que outras pessoas que necessitem venham buscar as tampinhas que nós recolhemos na Escola. É o caso de uma antiga aluna que infelizmente está a precisar delas, para poder adquirir uma cadeira de rodas para seu usufruto como podem comprovar com o pequeno texto escrito pelo marido e que digitalizei.

Tampinhas2Tampinhas que são importantes para algumas pessoas e que não devem ir parar ao lixo nem ao chão… Vamos pô-las no garrafão.

Obrigada a todos que se preocupam e fazem a triagem dos resíduos sólidos urbanos.

Tampinhas

A Coordenadora do Eco-Escolas

Prof.ª Maria do Rosário Portugal

Dez 13

Cerimónia do hastear da Bandeira Verde na Gama Barros

Logo-ECO

No dia 10 de dezembro de 2018, pelas 9 horas e 15 minutos, realizámos a cerimónia do hastear da Bandeira Verde e comemorámos o Dia do nosso Patrono, Gama Barros. Para além desta bandeira também fomos galardoados com a Bandeira do Projeto Etwinning, sendo este o motivo que levou as duas coordenadoras de cada projeto, Rosário Portugal e Lina Pereira respetivamente, a comemorarem numa única cerimónia estes prémios que tanto orgulho nos trazem. A professora Lina Pereira também entregou os certificados e uma pequena lembrança aos alunos por terem participado no desenvolvimento do projeto por ela coordenado.

Estiveram presentes, na cerimónia, três turmas: duas dos Cursos Profissionais de Técnico de Turismo, os 1.º e 2.º anos e uma turma do 9.º ano que foram acompanhadas pelos respetivos professores. Antes do início da cerimónia, os alunos do 1.º ano do Curso Profissional de Técnico de Turismo assistiram a um filme sobre a poluição nos oceanos devido ao excesso de plástico e de micro plástico. Tivemos igualmente a presença do Professor Adérito Cunha, Representante no Conselho Pedagógico dos projetos desenvolvidos na Escola e do nosso Diretor, Professor António Gouveia, que discursou sobre o propósito desta cerimónia. Neste discurso foi enfatizado as preocupações constantes da nossa escola em incutir as boas práticas ambientais aos nossos discentes, contribuindo para o seu desenvolvimento como cidadãos conscienciosos.

Mantendo o mesmo slogan: Vamos todos colaborar para o ambiente melhorar e, mais um ano, a Bandeira Verde hastear!

Os meus agradecimentos ao Professor Jorge que acompanhou o 2.º ano do Curso Profissional de Técnico de Turismo e aos alunos que têm contribuído para o sucesso no desenvolvimento do Eco-Escolas na Escola Básica e Secundária de Gama Barros.

A Coordenadora do Eco-Escolas,

                                                                             Professora Maria do Rosário Portugal

Veja as fotos aqui

Dez 11

Alunos de Artes Visuais premiados no concurso normas de manuseamento de “Materiais Perigosos”

No dia quatro de dezembro, decorreu no Auditório da Escola Sede do Agrupamento de Escolas D. Maria II, Escola Básica e Secundária de Gama Barros, o evento da entrega de prémios e certificados de participação aos alunos do 10.º AV1, por terem participado no concurso normas de utilização de “Sustâncias Perigosas”, promovido pela Associação Empresarial de Sintra.

O Júri premiou três posters realizados pelos alunos: Anita Isabel Nunes Fernandes, José Bernardo Gil Fernandes e Guilherme Romão Cesário, os quais foram distinguidos, respetivamente, com os 1.º, 2.º e 3.º prémios.

Os alunos supracitados recebem um Certificado de Menção Honrosa, um prémio simbólico e a garantia da divulgação do seu trabalho no Jornal Economia Local.

Serão realizados cinquenta exemplares do poster que ficou em primeiro lugar, os quais, posteriormente, serão oferecidos à escola para serem distribuídos.

Todos os alunos receberam um certificado de participação bem como pequenas lembranças.

Obrigada à Associação Empresarial de Sintra.

Parabéns aos alunos!

A professora de Desenho A: Celeste Duarte

Veja as fotos aqui

Dez 04

Apresentação do Livro “Afinal, ainda Há Heróis”

Teve lugar no dia 24 de outubro, na EB1/JI de Vale Mourão, a apresentação do livro “Afinal, ainda Há Heróis” de João Pedro Condesso.

O cantor Gerson Santos foi o autor das músicas que acompanham o livro e contou-nos a história com as lindas canções, acompanhado com a mascote desta história maravilhosa.

Uma história passada no Reino dos Balões, onde um Rei decretara um dia, a substituição de todos os animais de estimação por robôs de estimação (por estes serem, por vezes, maltratados e abandonados).

Afinal, ainda Há Heróis que, todos os dias, salvam os animais e os tratam com muito amor.

Adorámos conhecer esta história e divertimo-nos muito!

Veja as fotos aqui

Pagina 5 of 106« Inicio...34567...102030...Fim»