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Out 19

GERIR O TEMPO E O STRESS

No dia 12 de outubro de 2015, na sala B3, os alunos dos 2.º e 3.º anos do Curso Profissional de Técnico Auxiliar de Saúde (PTAS) assistiram a um Workshop (In)formativo, dinamizado pelo formador Jorge Cara Nova.

 

 

A sessão iniciou-se com 5 questões de reflexão:

Prefiro o relógio e/ou a bússola?

Quais os critérios de distribuição do meu tempo?

Quais os meus principais cronófagos (elementos que roubam o nosso tempo)? 

Quais os sintomas e riscos do stress?

Quais as medidas para gerir o stress?

A propósito da 1.ª questão, concluímos que a bússola seria mais útil do que o relógio porque orienta na forma como devemos gerir o tempo; em relação à 2.ª questão, o formador explicou a importância de saber distinguir as atividades urgentes das não urgentes (as importantes das não importantes), de forma a rentabilizar o tempo da melhor forma.

Na reflexão sobre a 3.ª questão,  há a necessidade de se tomar consciência dos cronófagos que interferem nas nossas vidas e de desenvolver mecanismos de defesa em relação a eles. Uma das ideias fundamentais que sublinhou foi a de termos coragem para dizer «não» a certos cronófagos que impedem uma gestão eficaz do tempo, como, por exemplo, as solicitações telefónicas, as redes sociais, os convites dos amigos durante o período de trabalho, etc. Acrescentou ainda que é importante resolver primeiro as tarefas que menos nos motivam de forma a deixar para o fim as atividades mais apelativas.

Chamou-se a atenção para o facto de uma má gestão do tempo, em relação à nossa vida profissional e pessoal, gerar situações de stress, as quais se traduzem em diversos sintomas: irritabilidade, impaciência, insegurança, nervosismo, etc. (em resposta à 4.ª questão) e, finalmente, entendemos que um aproveitamento inteligente do tempo e uma preparação adequada das tarefas, pode ser uma boa estratégia para evitar picos de stress. Horas de sono tranquilo, uma alimentação adequada e tempo para descanso são também procedimentos importantes para atenuar o stress.

Depois de todos terem sido convidados a refletir e discutir estas 5 questões, o formador terminou a sessão com uma frase de Fernando Pessoa: «Põe tudo o que és no mínimo que fazes».

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